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A rede MAIA escolheu apresentar as áreas marinhas protegidas da fachada atlântica definidas e reconhecidas como tais pelas legislações nacionais do Reino Unido, da França, de Espanha e de Portugal seguindo a definição da UICN.

Esses países implementaram diferentes tipos de ferramentas jurídicas de protecção da natureza ao longo da história. Essas ferramentas estão agrupadas sob o termo de ‘designação’.

Uma construção progressiva

No âmbito do projecto MAIA, a recolha das informações relativas a todas essas áreas marinhas protegidas está em curso. Por isso, todos os dados de todas as áreas marinhas protegidas da fachada atlântica não estão ainda disponíveis neste site em forma de ficha ou visíveis graças à ferramenta cartográfica.

Duas etapas de recolha são possíveis:

-        A primeira tem em mira a recolha de informações ditas 'padrão'. Trata-se de informações que os países transmitem de forma normalizada a nível europeu (Common Database on Designated Areas – CDDA) ou mundial (World Conservation Monitoring Center / World Database on Protected Areas WCMC WDPA). Trata-se de perímetros (polígonos) e de atributos padrão (nome, designação, estatuto, data de criação, etc.).

-        A segunda fase tem em vista recolher informações detalhadas para melhor conhecer e avaliar a rede das AMP da fachada atlântica (denominadas 'atributos MAIA’). Trata-se de informações relativas à gestão das áreas, aos meios disponíveis para os gestores (humanos, técnicos, etc.), às regulamentações aplicadas, às espécies e aos habitats presentes, etc.

Daqui até ao final de 2012, as AMP britânicas, francesas, da Galiza  e de Portugal devem ficar integradas na base de dados MAIA.

MAIA e os fluxos de dados oficiais no que diz respeito aos dados padrão

A rede MAIA não interage no fluxo de dados oficiais, mas utiliza somente os dados fornecidos pelos pontos focais nacionais (organismos encarregues pela recolha das informações relativas às áreas protegidas e pela sua transmissão ao nível europeu e internacional). Em contrapartida, a rede MAIA encoraja os seus parceiros a estarem em estreita relação com o seu ponto de foco nacional para que as bases de dados  europeias (Common Database on Designated Areas - CDDA) e mundiais (World Conservation Monitoring Center / World Database on Protected Areas WCMC – WDPA) estejam actualizadas da melhor forma possível.

  
   

 

Esquema de circulação dos fluxos de dados oficiais padrão.

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